segunda-feira, 25 de junho de 2007

Quarta e Ultima Regra


"...Amor pede tempo, entrega, paciência,
conhecer e reconhecer, viver e estabelecer,
um grande amor se faz no dia a dia,
no respeito e na admiração.

Se me ama, me admira,
se me ama, reconhece minhas qualidades,
se me ama, vê minhas possibilidades,
se me ama, vê o teu futuro junto comigo,
se nos reconhecemos, nos amamos,
e se nos amamos, seguimos juntos,
não importa o peso da caminhada.

Por isso, quero ficar assim,
em silêncio ao teu lado,
descobrindo a profundeza do teu olhar,
sondando a sua alma,
vendo os reflexos do sol nos teus cabelos
e entre os meus dedos,
construir cachos e sonhos".

Paulo Roberto Gaefke


Reconhecer num simples hiato de vida o foco central – a esperança – e medir as chances desta chegar ao seu propósito é sobretudo enxergar a si mesmo num simples início de esperança ou numa esperança desgastada.

Portanto entre esperanças revogadas ao termo da vida... há desejos que sobrevivem vivos e que norteiam a desgastada esperança.

E se a esse desejo devidamente dimensionado, emoldurado e em inúmeras declarações... rendermos a tarefa árdua de manter viva a chance da esperança... não há mais nada a fazer que viver o desejo com todo a sua plenitude...


Viva ao desejo... regra 4ª e última.


E ao desejo... que este tenha lido e perceba todas as regras e... aproveite a vida, o nascer do sol, a sua saúde, a companhia das pessoas que realmente importam, o frescor de uma nova amizade, a família, o "eu" solitário, o eu "coletivo", a pizza de domingo, o chopp com amigos, a quem realmente a ama, aos momentos bons e engraçados, as incríveis mancadas e erros que cometemos (aprender com eles), aos dias de nada fazer... enfim a vida...

E, se tiver espaço e vontade, me deixe tomar parte disso. Convida-me a fazer parte da sua vida.

[ Não conte convites... conte desejos... renove as esperanças. ]

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