Que o mundo é um ser morto mas vais ver
Que cada pedra, planta ou criatura
Está viva, tem alma, é um ser
Tu dás valor apenas às pessoas
Que acham como tu sem se opor
Mas segue as pegadas de um estranho
E terás mil surpresas de esplendor
Já ouviste o lobo uivar sobre a lua azul?
O porco a rir o lince a sorrir?
Temos de cantar com as vozes da montanha
E pintar com quantas cores o vento tem
E pintar com quantas cores o vento tem
Vem descobrir os trilhos da floresta
Provar a doce amora e seu sabor
Rolar no meio de tanta riqueza
E não querer indagar o seu valor
Sou a irmã do rio e do vento
A garça a lontra são iguais a mim
Vivemos tão ligados uns aos outros
Neste arco neste ciclo sem fim...
Que a altura a árvore tem?
Se a derrubares não sabe ninguém...
Já ouviste o lobo uivar sobre a lua azul?
O porco a rir o lince a sorrir?
Temos de cantar com as vozes da montanha
E pintar com quantas cores o vento tem...
Mas tu só vais onseguir
Esta terra possuir
Se a pintares com quantas cores o vento tem...
Que cada pedra, planta ou criatura
Está viva, tem alma, é um ser
Tu dás valor apenas às pessoas
Que acham como tu sem se opor
Mas segue as pegadas de um estranho
E terás mil surpresas de esplendor
Já ouviste o lobo uivar sobre a lua azul?
O porco a rir o lince a sorrir?
Temos de cantar com as vozes da montanha
E pintar com quantas cores o vento tem
E pintar com quantas cores o vento tem
Vem descobrir os trilhos da floresta
Provar a doce amora e seu sabor
Rolar no meio de tanta riqueza
E não querer indagar o seu valor
Sou a irmã do rio e do vento
A garça a lontra são iguais a mim
Vivemos tão ligados uns aos outros
Neste arco neste ciclo sem fim...
Que a altura a árvore tem?
Se a derrubares não sabe ninguém...
Já ouviste o lobo uivar sobre a lua azul?
O porco a rir o lince a sorrir?
Temos de cantar com as vozes da montanha
E pintar com quantas cores o vento tem...
Mas tu só vais onseguir
Esta terra possuir
Se a pintares com quantas cores o vento tem...

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